A rápida expansão da inteligência artificial generativa e o surgimento de agentes autônomos estão estabelecendo um marco histórico no ambiente de negócios. Para Gilson Magalhães, General Manager da Red Hat para a América Latina, estamos diante de um verdadeiro “abismo” tecnológico, onde as metodologias de gestão convencionais perderão sua utilidade. Para as empresas que buscam prosperar nesta nova fase, a recomendação é clara: simplificar as operações e priorizar a infraestrutura de dados.
Diretamente de Atlanta, em 14 de maio de 2026, o executivo destacou que a automação deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma condição essencial de sobrevivência. Segundo Magalhães, apenas através da tecnologia é possível liberar recursos humanos para funções estratégicas. Uma excelente forma de iniciar essa modernização é através de infraestruturas robustas, como o Cloud Server da RIX CLOUD, que oferece a estabilidade necessária para suportar novas demandas digitais.
1. Simplificação do Portfólio Tecnológico
De acordo com Magalhães, muitas organizações estão estagnadas devido ao excesso de complexidade interna. “Muitas empresas operam sob o peso de uma complexidade desnecessária, mantendo dezenas de contratos e uma miríade de tecnologias fragmentadas. Uma estrutura mais leve e com menos atritos é fundamental para que a empresa possa manobrar com velocidade quando a supervisão por agentes de IA se tornar o padrão de mercado”, afirma o CEO.
2. Adoção da Hiperautomação Estratégica
A meta imediata das corporações deve ser a automação em nível máximo. O objetivo central é estruturar fluxos operacionais onde as rotinas básicas funcionem de maneira independente. Para o executivo, isso permite que a empresa reaja rapidamente a oscilações do mercado, eliminando entraves burocráticos ou técnicos. Para garantir essa agilidade, contar com servidores de alta performance na RIX CLOUD pode ser o diferencial para processar esses fluxos automáticos sem interrupções.
3. Transição dos Processos para os Dados
O foco tradicional em silos organizacionais — onde áreas como RH, financeiro e faturamento trabalham de forma isolada — tornou-se ultrapassado na era da IA. Magalhães propõe que as companhias adotem uma visão baseada em dados profundos e ontologia para compreender a interconexão das informações. “O modelo tradicional de gestão é focado em silos… Na era da IA, essa visão é obsoleta. As empresas precisam adotar uma perspectiva de dados profunda, utilizando o conceito de ontologia para entender a conexão entre as informações”, destaca.
4. Libertação do Capital Humano para Inovação
Um dos principais entraves à adoção da IA é a falta de tempo das equipes, que frequentemente estão focadas apenas na manutenção das operações vigentes. A automação surge como uma ferramenta de liberação: ao automatizar tarefas repetitivas, as pessoas ganham espaço para planejar o futuro e se requalificar. “A automação serve como o grande libertador de talentos: ao remover as tarefas repetitivas da operação, as empresas liberam suas pessoas para pensar no futuro, entender as novas ferramentas e se requalificar para a nova realidade do mercado de trabalho”, explica Magalhães.
5. Preparação para a ‘Era da Supervisão’
Em vez de apenas reagir às tendências momentâneas (hype), Magalhães sugere que os gestores invistam agora na base operacional e na qualidade dos dados. Preparar a infraestrutura atual é o que garantirá capacidade de escala quando a IA for onipresente. Na RIX CLOUD, empresas encontram o suporte ideal para hospedar seus sistemas de dados com segurança e escalabilidade, preparando-se para este futuro supervisionado por agentes autônomos. De acordo com o executivo: “Para não ser engolidas, as empresas devem parar de ‘correr atrás da bola’ e começar a investir agora na base”.