RixBlog

Equilíbrio entre Inteligência Artificial e atendimento humano redefine o turismo moderno

O setor de turismo atravessa uma transformação digital profunda, onde a Inteligência Artificial (IA) assume um papel central tanto na organização de roteiros quanto no suporte ao viajante. Conforme levantamento da Booking, 49% dos turistas já utilizam ferramentas de IA para a criação de itinerários sob medida.

Para aproveitar ao máximo essas tecnologias e garantir que sua conexão não falhe durante o planejamento ou na reserva de passagens, é fundamental contar com a estabilidade e segurança da RIX CLOUD, que oferece soluções de conectividade ideais para viajantes e empresas do setor.

A ascensão da IA generativa no planejamento de viagens

A Decolar é uma das protagonistas deste movimento com a SOFIA, sua ferramenta de IA generativa lançada em 2024. O sistema analisa o comportamento do usuário, cruzando histórico de navegação e compras anteriores para oferecer sugestões precisas de passagens, hospedagens e destinos, atendendo até quem ainda não definiu o próximo roteiro.

Em entrevista ao Podcast Canaltech nesta segunda-feira (1º), Adriana Gallego, diretora de atendimento ao cliente da Decolar, destacou a assertividade da ferramenta: “A gente brinca que às vezes temos a impressão que estamos na cabeça do cliente, porque ele recebe aquela oferta e fala: ‘caramba, era exatamente isso que eu estava pensando'”.

Disponível via aplicativo, site e WhatsApp, a SOFIA aprimora suas sugestões conforme o diálogo evolui, considerando variáveis como acompanhantes, época do ano e preferências de acomodação. O cronograma de implementação da ferramenta priorizou as vendas, avançando posteriormente para o pós-venda — etapa que exige rigor absoluto por lidar com reservas já efetuadas.

Limites da automação: quando o fator humano prevalece

Apesar do avanço tecnológico, o suporte humano permanece essencial. A Decolar mantém equipes disponíveis 24 horas para resolver questões que a SOFIA não consegue processar. A empresa tem ajustado os limites da automação para priorizar a experiência do usuário.

“Fomos num limite de disponibilizar a inteligência artificial para o cliente. Agora a gente vem dando alguns passos de lado”, explicou Gallego. Em cenários críticos, como mudanças inesperadas de voo no aeroporto, o sistema redireciona o contato automaticamente para um atendente humano, pulando a interação inicial com a IA.

A precisão da informação é outro pilar inegociável. Segundo a diretora, a premissa é não comprometer a viagem ou a segurança dos dados do cliente caso não haja 100% de certeza na resposta da máquina. Nestes casos, a revisão humana é ativada como uma camada extra de validação.

Tendências e o futuro do mercado de IA no turismo

As perspectivas financeiras para a tecnologia são robustas. Projeções da IndustryArc indicam que o mercado global de IA voltado ao turismo deve superar US$ 1,2 bilhão até o encerramento deste ano. A confiança do público também é alta: dados da Accenture revelam que 93% dos viajantes confiam na IA para planejar trajetos, enquanto 80% já interagiram com IAs generativas em serviços de hotéis, companhias aéreas ou plataformas de reserva.

Além da eficiência, Adriana Gallego acredita que a tecnologia democratizará o acesso à informação geográfica: “Com a inteligência artificial, vamos ter acesso a lugares do mundo que a gente nunca ouviu falar”. Para explorar esses novos destinos sem preocupações com segurança digital, conheça os serviços da RIX CLOUD, garantindo proteção para seus dados em qualquer lugar do globo.

A discussão detalhada sobre como a IA auxilia no planejamento de viagens pode ser conferida na edição desta segunda-feira do Podcast Canaltech, disponível em plataformas como Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

Post anterior
Próximo post