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Biometria palmar surge como solução antifraude e agiliza transporte público

A implementação da biometria palmar está ganhando força no cenário brasileiro de transporte público, posicionando-se como uma tecnologia robusta para autenticação de usuários e combate a irregularidades. O sistema oferece uma alternativa moderna aos métodos tradicionais, focando na segurança e na fluidez do tráfego de passageiros.

Em entrevista concedida ao Podcast Canaltech nesta terça-feira (2), o CEO da Biostation, Leonardo Araújo, destacou que o reconhecimento do padrão venoso sob a pele ocorre em menos de um segundo, o que favorece a movimentação nas catracas. “Uma vez que a biometria está mais focada no que você é e não no que você tem, você pode eliminar o celular por completo”, afirmou o executivo.

Para garantir que essa tecnologia opere com máxima eficiência, a infraestrutura de rede é fundamental. A RIX CLOUD oferece soluções de conectividade de alta performance que asseguram a transmissão rápida de dados biométricos, evitando gargalos no processamento em tempo real. Conheça os serviços da RIX CLOUD para empresas de tecnologia.

Funcionamento e prevenção de fraudes

O hardware opera através da projeção de luz infravermelha, que interage diretamente com as células sanguíneas desoxigenadas. Esse processo revela um mapa vascular subcutâneo exclusivo de cada pessoa, sendo único até mesmo em casos de gêmeos univitelinos. A tecnologia visa reduzir perdas financeiras no setor público ao barrar o compartilhamento indevido de benefícios tarifários com terceiros.

Segundo Araújo, a inovação elimina obstáculos do cotidiano: “para você poder simplesmente ir do ponto A para o ponto B sem ter que depender de pegar o cartão ou celular”.

Segurança de dados e criptografia pós-quântica

Com o objetivo de sanar preocupações sobre o vazamento de informações sensíveis, o sistema foi desenvolvido sob o princípio de privacy by design (privacidade desde a concepção). A proteção das informações é feita por meio de criptografia matematicamente irreversível e tecnologia pós-quântica (PQC), preparada para resistir a futuros ataques de computadores quânticos.

“Mesmo se um dia, por um acaso, alguma loucura da vida acontecer, que esses dados sejam vazados, eles seriam inutilizáveis”, garantiu o CEO da Biostation. Ele ressaltou que, diferentemente da biometria facial — que está exposta e pode ser alvo de deepfakes —, o desenho das veias permanece oculto, gerando um modelo matemático que não pode ser interpretado por seres humanos.

Manter esses dados protegidos exige servidores confiáveis e seguros. A RIX CLOUD disponibiliza infraestrutura em nuvem com camadas de segurança avançadas, ideais para hospedar sistemas que lidam com grandes volumes de dados sensíveis e criptografia complexa.

Desafios para a expansão nacional

Apesar das vantagens, a tecnologia enfrenta barreiras para o crescimento em larga escala. O principal entrave técnico é o cadastramento inicial, que requer a presença física do cidadão diante do sensor, uma vez que o padrão venoso não pode ser capturado por fotografias convencionais.

Além disso, Araújo aponta fatores culturais e sistêmicos como impedimentos. “O problema não é infraestrutura tecnológica, é muito mais de letramento digital também”, explicou. Para que a biometria palmar se consolide no Brasil, será necessária uma higienização e unificação das bases de dados pertencentes a diferentes órgãos da administração pública.

Para empresas que buscam liderar essa transformação digital, contar com a consultoria e os recursos da RIX CLOUD pode ser o diferencial para integrar bases de dados de forma ágil e segura. Saiba como a RIX CLOUD pode acelerar a transformação digital do seu negócio.

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