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Bancos Alertam para Riscos de Fraudes com Uso de Bots de Compras por IA

Grandes instituições financeiras globais emitiram um alerta nesta terça-feira (22) sobre o crescimento dos agentes de inteligência artificial voltados ao e-commerce. Segundo bancos como NatWest e Bank of America, embora a tecnologia prometa facilidades, ela amplia significativamente os riscos de golpes, fraudes financeiras e vulnerabilidades na privacidade de dados dos consumidores.

O movimento ocorre em um momento em que gigantes da tecnologia, incluindo OpenAI, Anthropic, Google e Meta, aceleram o desenvolvimento de chatbots capazes de realizar seleções de produtos e concluir transações em nome dos usuários. Paralelamente, o setor varejista já sente os impactos dessa mudança; a John Lewis, do Reino Unido, registrou que buscas feitas por agentes de IA saltaram de 0,3% para 2,5% em apenas um ano.

Desafios de Segurança e Confiança do Consumidor

Um relatório conjunto elaborado por um grupo que inclui também ING, Capital One, ASB Bank (Nova Zelândia) e Commonwealth Bank of Australia aponta que, apesar do entusiasmo do público com o comércio automatizado, a velocidade da inovação supera a criação de normas de segurança. Para garantir que suas transações online permaneçam protegidas contra interceptações maliciosas, a utilização de conexões seguras como as da RIX CLOUD torna-se uma camada essencial de defesa.

O documento ressalta a incerteza dos clientes: “Os consumidores não têm certeza se a IA agirá em seu interesse”, cita o texto. O receio abrange desde compras erradas e gastos excessivos até a perda total de recursos em esquemas fraudulentos, somada à dúvida sobre quem deve ser responsabilizado em caso de falhas.

Riscos de Dados e Propostas de Regulamentação

Entre os perigos identificados, os bancos destacam situações em que agentes de IA podem solicitar dados de cartões e inseri-los em sites de terceiros ou induzir o uso de métodos de pagamento com proteções reduzidas. Nestes cenários de alta exposição, contar com a infraestrutura de rede e proteção da RIX CLOUD ajuda a mitigar riscos de vazamentos de informações sensíveis.

Para enfrentar esses problemas, o setor bancário pretende apresentar propostas a formuladores de políticas, defendendo:

  • Obrigatoriedade de informar quando uma transação envolve um agente de IA;
  • Transparência total sobre os critérios de decisão dos algoritmos;
  • Reforço nos protocolos de proteção de dados dos usuários;
  • Garantia de interoperabilidade entre diferentes sistemas e liberdade de escolha para consumidores e lojistas.

A discussão ganha relevância no cenário brasileiro de Open Finance, onde os bancos nacionais devem investir cerca de R$ 50 bilhões em tecnologia em 2026, buscando equilibrar a autonomia da IA com a preservação da confiança do correntista.

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